Disciplinas

    1.  Disciplinas

OBRIGATÓRIAS

C/Horária

Créd.

Docentes

Teoria Antropológica I

64

4

Todos

Teoria Antropológica II

64

4

Todos

Métodos de Pesquisa em Antropologia

64

4

Todos

Estágio Docência

64

4

Orientador

Dissertação

96

6

Orientador

ELETIVAS

C/Horária

Créd.

Docentes

Antropologia da Religião

64

4

Kleyton Rattes, Lea Rodrigues, Luis Tomás Domingos
Antropologia da Arte

64

4

Alexandre Vale, Kleyton Rattes
Narrativas e Memórias

64

4

Kleyton Rattes, Luis Tomás Domingos, Marina Mello, Martinho Tota, Isabelle Braz.
Antropologia Urbana

64

4

Lea Rodrigues, Jacqueline Pólvora, Jânia de Aquino,
Antropologia dos Rituais e da Performance

64

4

Alexandre Vale, Kleyton Rattes, Lea Rodrigues. Jânia de Aquino
Política e Direitos Humanos

64

4

Marina Mello, Luis Tomás Domingos, Carla Susana Alem Abrantes, Bernadete Beserra, Jania de Aquino.
Gênero, Alteridade(es) e Feminismos

64

4

Violeta Holanda, Alexandre Flemming, Martinho Tota
Relações Étnico-raciais e movimentos sociais Marina Mello, Vera Rodrigues, Bernadete Beserra, Isabelle Braz
Povos Tradicionais, Territórios e Estados-Nacionais

64

4

Jacqueline B. Pólvora, Carla Susana Alem Abrantes, Isabelle Braz, Martinho Tota, Vera Rodrigues
Conhecimento, Poder e Epistemologias do Sul

64

4

Marina Mello, Carla Susana Alem Abrantes, Bernadete Beserra
Estados-Nacionais e Cooperação Internacional

64

4

Carla Susana Alem Abrantes, Lea Rodrigues
Tópicos Especiais I

64

4

Todos

Tópicos Especiais II

64

4

Todos

Tópicos Especiais III

64

4

Todos

OBRIGATÓRIAS

Nome: TEORIA ANTROPOLÓGICA I

Créditos: 4

Área de Concentração: Antropologia

Obrigatória: sim

Ementa: Principais orientações do pensamento e da prática antropológicos da metade do século XIX à metade do século XX, cobrindo as contribuições que marcaram a fundação da disciplina: Evolucionismo Social e Cultural, Culturalismo Norte-Americano, Escola Sociológica Francesa, Antropologia Social Britânica e Estruturalismo Francês.

Bibliografia:

BATESON, Gregory. 1949. Steps to an Ecology of Mind. Univerity of Chicago Press, Chicago

____. 1958. Naven. Stanford, Ca: Stanford University Press

BENEDICT, Ruth. Padrões de Cultura. Lisboa: Edições Livros do Brasil. S/d

BOAS, Franz. Antropologia Cultural. Rio de Janeiro: Zahar, 2004.

____ A Mente do Ser Humano Primitivo. Petrópolis: Editora Vozes, 2010.

____ (1896) Race, Language and Culture. New York, The Free Press, 1966.

CLASTRES, Héléne. 1978. “Sauvages et Civilisés au XVIII Siècle”. In: François Châtelet (org.), Histoire des Idéologies, vol. 3Hachette, Paris.

DURKHEIM, Émile. 1912. Les Formes Élémentaires de la Vie Religieuse. Plon, Paris

EVANS-PRITCHARD, Edward E. 1978 [1937]. Bruxaria, Oráculos e Magia entre os Azande. Zahar, Rio de Janeiro

____1993. E. Os Nuer. São Paulo: Perspectiva, 1993.

____1960. Essays in Social Anthropology: 29-45. Faber and Faber, London.

EVANS-PRITCHARD, E & FORTES, Meyer (eds.). 1940. African Political Systems: Oxford University Press, Oxford.

FIRTH, Raymond. 1964. “Social Organization and Social change”. In: Essays on Social
Organization and Values. London: University of London, The Athlone Press.

FORTES, Meyer (1949) Time and Social Structure and other essays. London, Athlone, 1970, pp.1-32.

FORTES, M. & EVANS-PRITCHARD, E.E. (1940). African Political Systems.

FRAZER, James G. 1982. O Ramo de Ouro. Rio de Janeiro: Guanabara.

GLUCKMAN, Max (1940) “Análise de uma situação social na Zululândia moderna“. In: Feldman-Bianco, Bela (org.) Antropologia das Sociedades Contemporâneas. Métodos. São Paulo, Global, 1987, pp. 227-344.

___1974. Rituais de Rebelião no Sudeste da África. Brasília: Edunb

KROEBER, Alfred L. (1935) “History and Science in Anthropology“. In: American Anthropologist, 37, pp. 539-569.

KUPER, Adam – The invention of primitive society. London, Routledge, 1988.

LEACH, Edmund R. 1964. Political systems of Highland Burma. Boston, Beacon Press

LEENHARDT, Maurice. 1979. Do Kamo. Person and Myth in the Melanesian World. University of Chicago Press.

LÉVY-BRUHL, Lucien. 1938. L’Expérience Mystique et les Symboles chez les Primitifs. Félix Alcan, Paris.

LÉVI-STRAUSS, Claude. 1946. “La Sociologie Française”. In: Georges Gurvitch e Wilbert Moore (orgs.). Sociologie au XXe Siècle: 513-545, PUF, Paris.

___1949. Anthropologie Structurale.. Plon, Paris

___1950. “Introduction à l’Œuvre de Marcel Mauss”. In: Marcel Mauss. Sociologie et Anthropologie: IX-LII, PUF,
Paris.

___1967 Les Structures Élémentaires de la Parenté. Mouton, Paris

___1962. Le Totémisme Aujourd’hui. PUF, Paris.

___1962. La Pensée Sauvage. Plon, Paris.

MALINOWSKI, Bronislaw. 1922. Argonauts of Western Pacific. London

___1935. Coral Gardens and their Magic. George Allen & Unwin, London.

MAUSS, Marcel & HUBERT, Henri. 1903 “Esquisse d’une Théorie Générale de la Magie”. In: Sociologie et Anthropologie: 3-141. PUF, Paris, 1950.

MAUSS, Marcel. 1974. Sociologia e Antropologia. São Paulo: EPU, 1974.

___ “Ensaio sobre a dádiva”. In Sociologia e antropologia. São Paulo: Edusp, 1974.

MEAD, Margaret. 1962. “National Character”. In: Tax, S. (Ed.). Anthropology Today. Selections. Chicago: The University of Chicago Press.

___ Sexo e Temperamento. São Paulo: Perspectiva. 2011

MITCHELL, J.C. (1956) The Kalela Dance. Manchester, Manchester University Press, 1968, pp.1-52.

MORGAN, Lewis H.1946. La sociedad primitiva .Buenos Aires: Lautaro.

RADCLIFFE-BROWN. A. R. Estrutura e função na sociedade primitiva. Petrópolis: Vozes. 1973.

RADCLIFFE-BROWN, A.R. (1923) “The methods of Ethnology and Social Anthropology“; (1951) “The comparative method in Social Anthropology“. In: Method in Social Anthropology. Chicago, The University of Chicago Press, 1958, pp.3-38, 108-129.

SAPIR, Edward (1924) “Culture, genuine and spurious“. (1934) “Personality“, “The emergence of the concept of personality in the study of cultures“. In: Mandelbaum. D.G. (ed.) Selected writings of Edward Sapir. Berkeley, The University of California Press, 1949, pp. 308-331, 560-563, 590-597.

STOCKING JR. George W. 1968. Race, Culture and Evolution. Essays in the History of Anthropology. Free Press, New York

___1983 Observers observed. Essays on Ethnographic Field Work. USA: The University of Wisconsin Press.

___1986 (ed.), Malinowski, Rivers, Benedict and Others. Essays on Culture and Personality. The University of Wisconsin Press, Madison.

___1987. Victorian Anthropology. New York: The Free Press.

TURNER, V.1974. O Processo Ritual. Petropolis: Vozes.

TYLOR, Edward Burnett. 1871. Primitive Culture. John Murray, London.

Nome: TEORIA ANTROPOLÓGICA II

Créditos: 4

Área de Concentração: Antropologia

Obrigatória: sim

Ementa: Orientações contemporâneas no campo da antropologia, em diversas tradições nacionais, com ênfases teóricas, temáticas e problemáticas específicas selecionando leituras que ofereçam panoramas gerais do período histórico posterior à II Guerra Mundial: estruturalismo histórico; antropologia interpretativa, pós-moderna e pós-colonial; estudos sobre globalização, identidade e etnicidade; antropologias periféricas; abordagens processualistas e correntes contemporâneas de caráter revisionista dos cânones da disciplina.

Bibliografia:

ABU-LUGHOD, Lila. 2000. Locating Ethnography. Ethnography 1(2):261-267.

APPADURAI, Arjun. 1988. Putting Hierarchy in Its Place. Cultural Anthropology, 3 (1): 36-49.

ARDENER, Edwin. 1985. Social Anthropology and the Decline of Modernism. In: Joanna Overing (org.), Reason and Morality. London: Tavistock.

ASAD, Talal. 1973. Anthropology and the colonial encounter. New York: Humanities Press.

___1979. Anthropology and the Analysis of Ideology. Man 14 (4): 607-627

BALANDIER, G. A desordem: Elogio do movimento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997.

BARTH, Fredrik. 1992. Towards greater naturalism in conceptualizing society. In Kuper, Adam. Conceptualizing society. London: Routledge.

___2000. O Guru, o iniciador e outras variações antropológicas.(Tomke, Lask – org.) Rio de Janeiro: Contracapa.

BOLTANSKI, Luc. 1990. L’Amour et la Justice comme compétences. Trois essais de sociologie de l’action.
Paris, Metailié.

BOURDIEU, Pierre. 1980. Le sens pratique, Paris, Minuit, 1980.

___1982. Ce que parler veut dire. L’économie des échanges linguistiques, Paris, Fayard

BUTLER, Judith.1998. Fundamentos contingentes: o feminismo e a questão do ‘pós-modernismo’, Pagu, Campinas: Unicamp, n.11.

CLIFFORD, James & Marcus, George (orgs.).1985 Writing Culture. The Poetics and Politics of Ethnography. Berkeley: University of California Press.

COMAROFF, Jean e Comaroff, John. 2003. Ethnography on an Awkward Scale: Postcolonial Anthropology and the Violence of Abstraction . Ethnography 4: 147-179.

CSORDAS, Thomas. 1990. Embodiment as a paradigm for Anthropology, Ethos 18, 5-47.

DUMONT, Louis1983. Essais sur l’individualisme: une perspective anthropologique sur l´idéologie moderne. Paris: Seuil.

___1992. Homo hierarchicus: le système des castes et ses implications. Paris: Gallimard.

DOUGLAS, Mary, Pureza e Perigo. Rio de Janeiro. Edições 70, 1991.

ECKERT, C.; FRY, P. H. (orgs). Conferências e diálogos: saberes e práticas antropológicas. Blumenau: Nova Letra, p. 19-44.

FABIAN, Johannes 1983. Time and the Other. How Anthropology Makes its Object. New York: Columbia University Press.

FAVRET-SAADA, Jeanne. 1977 Les mots, la mort, les sorts: la sorcellerie dans le bocage. Gallimard

FELDMAN-BIANCO, Bela, org. A antropologia das sociedades contemporâneas. São Paulo: Global,

FELDMAN-BIANCO, Bela & RIBEIRO, Gustavo Lins (orgs). Antropologia e poder: contribuições de Eric Wolf. Brasília: EdUnB; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: Editora da Unicamp, p. 291-306.

GEERTZ, Clifford. 1973. The Interpretation of Cultures. New York: Basic Books

___1974. Local Knowledge. Further Essays in Interpretive Anthropology. New York: Basic Books

___. 2001.Nova luz sobre a antropologia. Rio de Janeiro: Zahar.

GELL, Alfred. 1998. Art and Agency: An Anthropological Theory. Oxford: Clarendon Press.

HANNERZ, Ulf. 1980. Exploring the city. Inquiries toward na Urban Anthropology. New York: Columbia University Press, p. 163-201.

HARAWAY, Donna J. 1991. Simians, Cyborgs, and Women: The Reinvention of Nature. London: Routledge.

INGOLD, Tim (org.) 1996. Key Debates in Anthropology. London: Routledge.

___ 2000. The Perception of the Environment: Essays on Livelihood, Dwelling and Skill.
Londres: Routledge.

KUPER, Adam. Cultura: a visão dos antropólogos, Edit: Bauru: Edusc, 2002.

KUPER, Adam (ed.), Conceptualizing Society. London: Routledge.

LATOUR, Bruno. 2005. Reassembling the social: an introduction to actor-network-theory. Oxford: Oxford University Press.

MARCUS, George E., e CUSHMAN, Dick 1982. “Ethnographies as Texts”. Annual Review of Anthropology 11, pp. 25-69.

MITCHELL, John Clyde. 1969. “The concept and use of social networks”. In ___ (ed) Social Networks in Urban Situations. Analyses of personal relationships in Central African Towns. Manchester: Manchester University Press, pp. 1-50.

MOORE, Henrietta L. (ed). Anthropological theory today. Cambridge: Polity, p.262-279.

ORTNER, Sherry B. 1984. Theory in Anthropology Since the Sixties. Comparative Studies in Society and History 26 (1): 126-66.

RABINOW, Paul. 1999. Antropologia da Razão. Rio de Janeiro: Relume Dumará.

SAHLINS, Marshall. 1985. Islands of history. Chicago, Univ. of Chicago Press.

___1997. O “pessimismo sentimental” e a experiência etnográfica: por que a cultura não é um “objeto” em via de extinção (parte I e II). Mana 3:41-74.

SAID, Edward W. 1977. Orientalism. London: Penguin

___ 2003 “A representação do colonizado. Os interlocutores da Antropologia” In:.Reflexões sobre o exílio e outros ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, p.114-136.

SCHNEIDER, David M.1968. American Kinship: A Cultural Account. New Jersey: Prentice Hall

STRATHERN, Marilyn. 1990. The Gender of the Gift: Problems with Women and Problems with Society in Melanesia. Chicago: Califórnia Press.

___ 2014. O efeito etnográfico. São Paulo: CosacNaify

STUART, Hall. Identidade cultural na pós-modernidade. Edit.DP&Editora.

TODOROV, Tzvetan. Nós e os outros: A reflexão francesa sobre a diversidade humana – 1. Rio de Janeiro: Zahar, 1993.

TOREN, Cristina. 1999. Mind, Materiality and History: Explorations in Fijian Ethnography. London/New York: Routledge

TURNER, Victor. O Processo Ritual. Petrópolis: Editora Vozes, 1974.

VIVEIROS DE CASTRO, E. 2002. A inconstância da alma selvagem. São Paulo: CosacNaify.

WAGNER, Roy. 1975. The invention of Culture. Chicago: The University of Chicago Press.

WHITE, William Foote 1973 – Street Corner Society. The Social Structure of an Italian Slum. Chicago/London, The University of Chicago Press, Appendix. pp. 279-358.

Nome: MÉTODOS DE PESQUISA EM ANTROPOLOGIA

Créditos: 4

Área de Concentração: Antropologia

Obrigatória: sim

Ementa: Métodos de pesquisa antropológica. Análise da prática do trabalho de campo, da observação participante, das técnicas que compõem a prática da pesquisa e da produção do texto etnográfico. Etapas de construção do projeto de pesquisa. Construção do objeto, referenciais teórico-conceituais.

Bibliografia: (4000 caracteres):

BECKER, Howard S. 1994 – Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo, Editora Hucitec.

BERREMAN, Gerald D.1975 – Etnografia e controle de impressões em uma aldeia do Himalaia. In: GUIMARÃES, Alba Zaluar, org. Desvendando máscaras sociais. Rio de Janeiro, Livraria Francisco Alves Editora, pp. 123-174.

BOURDIEU, Pierre. 1983 – Questões de sociologia. São Paulo, Marco Zero.

CARDOSO DE OLIVEIRA, R. O trabalho do antropólogo: Olhar, Ouvir e Escrever, in Revista de Antropologia, vol.39,n.1, 1996.

CLIFFORD, J; MARCUS, G.E. Writing Culture. The Poetics and Politics of Ethnography. Bekerley and Los Anjeles: University of California Press, 1986.

CLIFFORD, James. Sobre a autoridade etnográfica. Antropologia e literatura no século XX. In: A experiência etnográfica. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2002 (2ª.ed)

FABIAN, Johannes. O tempo e o outro: como a antropologia estabelece seu objeto. Petrópolis,RJ: Vozes, 2013.

EVANS-PRITCHARD, Edward E. 1978 – Apêndice IV. Algumas reminiscências e reflexões sobre o trabalho de campo. In:____. Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande. Rio de Janeiro, Zahar Editores. p. 298-316.

____.1978 – Trabalho de campo e tradição empírica. Antropologia aplicada. In:____. Antropologia Social. Lisboa, Edições 70 pp. 105-137; p. 171-201.

____ 1969 – Social Anthropology: past and present; Anthropology and History. In:____. Essays in Social Anthropology. London, Faber & Faber. pp. 13-28; 46-65.

FELDMAN-BIANCO, Bela. Antropologia das sociedades contemporâneas. Métodos. São Paulo: Editora UNESP, 2010.

FOOTE-WHYTE, William. Cap.3 treinando a observação participante. In: Alba Zaluar Guimarães (Org.), Desvendando máscaras sociais. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves Editora S.A.

GEERTZ, Clifford. 1978 – Um jogo absorvente: notas sobre a briga de galos balinesa; Uma descrição densa: por uma teoria interpretiva da cultura. In:____. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro, Zahar Editores. p. 278-321; 13-41.

____.1983 – From the native’s point of view: on the nature of anthropological understanding. In: ____.Local Knowledge; further essays in interpretive anthropology. New York, Basic Books. p. 55-70

____.1988 – Anti Anti-Relativismo Revista Brasileira de Ciências Sociais, 8 (3): 5-19. 1989

____.1989 “Estar lá, escrever aqui”, Diálogo, 22 (3): 58-63.

GOLDMAN, M. Os tambores dos mortos e os tambores dos vivos. Etnografia, antropologia e política em Ilhéus, Bahia. Revista de Antropologia, São Paulo (USP), 2003, v.46 nº2.

GOLDMAN, Marcio. Antropologia contemporânea, sociedades complexas e outras questões Anuário antropológico/93. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.

JACOBSON, David. Reading Ethnography. New York: State University of New York Press, 1991.

MAGNANI, J.G.C. Etnografia como prática e experiência. Horizontes Antropológicos, porto Alegre, ano 15, nº 32, 2009.

MALINOWSKI. B. Cap.1 Tema, método e objetivo desta pesquisa. Argonautas do Pacífico Ocidental.São Paulo: Abril Cultural, 1984 (3ª. edição Os Pensadores)

____.1978 – “Prólogo”; Agradecimentos; Introdução. Tema, método e objetivo desta pesquisa. In: –. Argonautas do Pacífico Ocidental: um relato dos empreendimentos e da aventura dos nativos nos arquipélogos da Nova Guiné melanésia. 2a. ed. São Paulo, Abril Cultural, 1978. pp. 11-34.

____.1935 – Preface; The method of field-work and the invisible facts of native law and economics; Land tenure; An ethnographic theory of language and some practical colloraries. In____.Coral gardens and their magic. A study of the methods of tilling the soil and agricultural rites in the Trobriand Islands. London, George Allen & Unwin Ltd. V.I., pp. IXXII; 317-381; V. II, pp. 4-74.

MARCUS, George. Ethnography in/of the World System: The Emergence of Multi-Sited Ethnography. Annual Review of Anthropology, Vol. 24 (1995), pp. 95-117.

MARCUS, George E. & FISCHER, Michael M.J. 1986 Anthropology as cultural critique. An experimental moment in the Human Sciences. Chicago/London, The University of Chicago Press.

NADER, L. 1972 – Up the anthropologist: perspectives gained from studying u In: HYMES, D., ed. – Reinventing anthropology. New Yok, Random House.

OLIVEIRA, Roberto Cardoso de & RUBEN, Guillermo Raul, orgs. 1995 – Estilos de antropologia.Campinas, Editora da Unicamp.

OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. 1997 – Sobre o pensamento antropológico. 2a. ed.. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro.

PACHECO DE OLIVEIRA, João. 2004 – Pluralizando tradições etnográficas: sobre um certo mal-estar na antropologia In: LANGDON, Esther Jean & GARNELO, Luiza (org). Saúde dos povos indígenas: reflexões sobre uma antropologia participativa. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, pp. 32.

PEIRANO, Marisa. A favor da etnografia. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1995.

____.Etnografia não é método. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 20, n.42, jul. /dez. 2014.

STRATHERN, M. cap.4: os limites da autoantropologia; cap.12: o efeito etnográfico. In____.O efeito etnográfico. São Paulo: Cosac & Naify, 2014.

URIARTE, U.M. O que é fazer etnografia para os antropólogos. Ponto Urbe 11, São Paulo, (NAU-USP) 2012.

Nome: ESTÁGIO DOCÊNCIA

Créditos: 4

Área de Concentração: Antropologia

Obrigatória: sim

Ementa: a definir

Bibliografia: a definir

Nome: DISSERTAÇÃO

Créditos: 6

Área de Concentração: Antropologia

Obrigatória: sim

Ementa: Redação da dissertação de mestrado

Bibliografia: pertinente a cada trabalho individual

OPTATIVAS

Linha de Pesquisa 1: Disciplinas de 4 Créditos (64h)

Nome: ANTROPOLOGIA DA RELIGIÃO Obrigatória: não

Créditos: 4

Ementa: A religião como ‘objeto’ antropológico: perspectivas epistemológicas; Evolucionismo e religião; A antropologia moderna e a religião como fenômeno coletivo; Religião, ciência e magia; Religião, poder e tradições culturais; Movimentos emergentes; Religião, política e espaço público; Pluralismo religioso, secularismo e destradicionalização; Sincretismos e teorias da passagem; Globalização e transnacionalização; Performance e curas milagrosas; Diversidade religiosa; Religião, corpo e pessoa; Religião, gênero e sexo; Etnografia e ética na pesquisa em religião.

Bibliografia:

ASAD, Talal. A construção da religião como uma categoria antropológica. Cadernos de campo. São Paulo: USP, v. 19, 2010.

ASAD, Talal. Formation of secular: christianity, islam, modernity. Stanford: Stanford University Press, 2003.

BATAILLE, Georges. Teoria da Religião. São Paulo: Ática, 1993, p. 19-49.

BELA, Robert. Civil Religion in America. In W. McLoughlin & R. Bellah (ed.). Religion in America. Boston: Beacon Press, 1968, pp. 3-23.

BINOCHE, Bertrand. Religion privée, opinion publique. Paris. Librairie Philosophique J. Vrin, 2012.

BIRMAN, Patrícia. Cultos de possessão e pentecostalismo no Brasil: passagens. In: Religião e Sociedade, v. 17, n. 1-2. Rio de Janeiro: ISER, 1996.

BIRMAN, Patrícia. Transas e transes: sexo e gênero nos cultos afro-brasileiros, um sobre vôo. Revista de Estudos Feministas. Florianópolis, 13 (2), 2005.

BOURDIEU, Pierre. “A crença e o corpo” in: O senso prático. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

BOURDIEU, Pierre. “Sociólogos da crença e crenças de sociólogos”. In:Coisas Ditas. Sâo Paulo: Brasiliense, 1990, p. 108-113.

BUTLER, l. Is Judaism Zionism? In: BUTLER, J. Et al (Org). The power of religion in the public sphere. Columbia/ SSRC Book, 2011.

CALHOUN, Craig. Afterword: religion’s Many Powers. In: BUTLER, J. Et al (Org). The power of religion in the public sphere. Columbia/ SSRC Book, 2011.

CASANOVA, José. Public religion in the modern world. Chicago: The University of Chicago Press, 1994.

CAVALCANTI, Maria Laura Viveiros. O mundo invisível: cosmologia, sistema ritual e noção de pessoa no espiritismo. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.

COUTO, M. T. O pluralismo religioso intrafamiliar e as transformações recentes nos campos da família e da religião. In.: Teoria & Sociedade, Revista dos Departamentos de Ciência Política e de Sociologia e Antropologia da UFMG, Belo Horizonte: MG, Número 08, 78-97, 2001.

CSORDAS, Thomas. Corpo, significado, cura. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2008.

DOUGLAS, Mary. As lágrimas de Jacó: o trabalho sacerdotal de reconciliação. São Paulo: Loyola, 2004.

DUARTE, Luiz Fernando Dias. Ethos privado e modernidade: o desafio das religiões entre individuo, família e congregação. In: Duarte ET al. Família e religião. Rio de Janeiro: Contracapa, 2006.

DURKHEIM, Émille. As formas elementares da vida religiosa. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

EVANS PRITCHARD, E.E. Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande, RJ: Zahar, 1978.

EVANS-PRITCHARD, E. Antropologia social da religião. Rio de Janeiro: Campus LTDA, 1978.

FAVRET-SAADA, Jeanne. Les mots, la mort, les sorts: la sorcellerie dans le bocage. Gallimard, 1977

GEERTZ, Clifford. O beliscão do destino: a religião como experiência, sentido, identidade e poder. Nova luz sobre a antropologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.

GELNER, Ernest. Pós-modernismo, razão e religião. São Paulo: Instituto Piaget, 2010.

GIUMBELLI, Emerson. O fim da religião: dilemas de liberdade religiosa no Brasil e na França. São Paulo: Attar Editorial, 2002.

GOLDMAN, Márcio. Os tambores dos mortos e os tambores dos vivos: etnografia, antropologia e política em Ilhéus, Bahia. Revista de Antropologia, v. 46, n. 42. São Paulo: USP, 2003.

HALE, Lindsay. Preto Velho: Resistance, Redemption, and Engendered Representations of Slavery in a Brazilian Possession-Trance Religion. American Ethnologist 24 (2), 1997, p. 392-414.

HERVIEU-LÉGER, Daniele. O peregrino e o convertido: a religião em movimento. Petrópolis: Vozes, 2008.

LATOUR, Bruno. Não congelarás a imagem ou como não desentender o debate ciência-religião. Mana. Volume 10, número 2. Rio de Janeiro: PPGAS/MN, 2004.

MAFRA, Clara. Na Posse da Palavra. Religião, conversão e liberdade pessoal em dois contextos nacionais. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, 2002.

MAGGIE, Yvonne. Guerra de Orixá: um estudo de ritual e conflito. Zahar. Eds. 2001 [3. ed. Reivista].

MAUSS, Marcel e HUBERT, Henri. Esboço de uma teoria geral da magia. Sociologia e Antropologia. São Paulo: COSAC-NAIFY, 2003.

MAUSS, Marcel e HUBERT, Henri. Sobre o Sacrifício [1899]. Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac Naify, 2005.

MAUSS, Marcelo. Ensaio sobre a prece. Ensaio de sociologia. São Paulo: Perspectiva, 2001.

MAYBLIN, Maya. Gender, catholicism and moralidade in Brazil. New York: Palgrave Macmillan, 2010.

MONTERO, Paula. Controvérsias dos cultos, pluralismo e movimentos anti-culto: “abuso espiritual” como denúncia. In: MONTERO, Paula (Org.). Religiões e controvérsias públicas. São Paulo: Editora Unicamp/ Terceiro Nome, 2015.

NOVAES, Regina. Errantes do novo milênio: salmos e versículos bíblicos no espaço público. In: Birman, Patrícia (org.) Religião e Espaço Público. São Paulo: Attar/CNPq/Pronex, 2003, p. 25-39.

SANCHIS, Pierre. Pra não dizer que não falei de sincretismo. Comunicações do ISER, n.45, sem data.

SEGATTO, Rita. Um paradoxo do relativismo. O discurso racional da antropologia frente ao sagrado. Religião e Sociedade, n. 16, v. 1-2. Rio de Janeiro: ISER, 1992, pp 114-135.

SILVA, Vagner. Concepções religiosas afro-brasileiras e neopentecostais: uma análise simbólica. Revista USP, n. 67, São Paulo: USP, 2005.

SPERBER, Dan. As crenças aparentemente irracionais. In: O saber dos antropólogos. Lisboa: Edições 70, 1992

TAUSSIG, Michael. Transgression. M. Taylor (org.). Critical Terms for Religious Studies. Chicago: The University of Chicago Press, 1997, p. 349-364.

TAYLOR, Charles. A secular age. Cambridge: Harvard University Press, 2007.

TAYLOR, Charles. Why we need a radical redefition of secularism. In: BUTLER, J. Et al (Org). The power of religion in the public sphere. Columbia/ SSRC Book, 2011.

TURNER, Victor. Dramas, fields and metaphors: Symbolic action in human society. Ithaca: Cornell University Press, 1974.

TURNER, Victor. The Forest of Symbols: Aspects of Ndembu Rituals, Ithaca: Cornell University Press, 1967.

VITAL, Christina. Oração de traficante: uma etnografia. Rio de Janeiro: Garamond, 2015.

WEBER, Max. A psicologia social das religiões mundiais. Ensaio de sociologia. Rio de Janeiro: LTC, 2002.

WEST, H. G. Belief as Metaphor. In: WEST. H. Ethnographic Sorcery. Chicago: Chicago University Press, 2007.

WOLKOMIR, Michelle. Emotion Work, Commitment, and the Authentication of the Self. Journal of Contemporary Ethnography, Vol. 30 n.3 Junho, 2008, p. 305-334.

Nome: NARRATIVAS E MEMÓRIAS

Obrigatória: não

Créditos: 4

Ementa: Narrativas e Memórias como “objetos” antropológicos: usos sociais, culturais e políticos da categoria “memória” em diferentes contextos históricos; distintas mnemotécnicas e formas de inscrição; os significados e as funções das categorias “tempo”, “espaço” e “pessoa”; os planos simbólicos, epistêmicos e pragmáticos das narrativas; a percepção dos espaços e dos cosmos a partir de mnemotécnicas (expressas em narrativas orais, escritas, assim como em suportes imagéticas e artefactuais);

Bibliografia:

ARANTES, Antonio A. (org.). O espaço da diferença. Campinas, Papirus 2000.

ARGAN, Giulio Carlo História da arte como história da cidade. Ed Martins Fontes, 1992. São Paulo.

ARIÈS. Ph. L´homme devant la mort. Paris, Ed. Du Seuil, 1977.

ASSMAN, A. Cultural memory and western civilization: functions, media, archives. Cambridge University Press. Cambridge. 2011.

BANN, S. As invenções da história: ensaios sobre a representação do passado, São Paulo, Unesp, 1994.

BEAUJOUR, M. Miroirs d´encre: rhétorique de l´autoportrait, Paris, Ed du Seuil, 1980.

BENJAMIN, W. Obras escolhidas, São Paulo, Brasiliense, 1986.

BONHOMME, Julien. (2005). Le miroir et Le crâne. Parcours initiatique du Bwete Misoko (Gabon). Paris: CNRS Editions.

BOURDIEU, Pierre “La maison ou le monde renversé” In: Esquisse d’une théorie de la pratique. pp. 45-59. 1972. Librairie DROZ, Genève. Paris.

CANDAU, J. Anthropologie de la mémoire, Paris, Coll. Que Sais-je ?, PUF, 1996.

CHOAY, Françoise Pour une anthropologie de l’espace. 2006. Seuil. Paris.

COLE, J. The work of memory in Madagascar. American Ethnologist. Vol. 25, No. 4 1998

DETIENNE, M. Os mestres da verdade na Grécia Arcaica, Rio de Janeiro, Zahar, 1981.

FABIAN, J. Time and the other. How anthropology makes its object. New York: Columbia University Press. 1983

FENTRESS, J.; Wickham, C. Memória Social, Lisboa, Teorema, 1994.

FORTY, A.; Küchler, S. (Eds.) The Art of Forgetting. Oxford. New York. Berg. 1999. FUSSEL, P. The great war and modern memory, London, Oxford University Press, 1975.

GELL, A. The Anthropology of Time. London: Berg. 1996

GILLIS, J. R. (ed.) Commemorations: the politics of national identity, Princeton, Princeton University Press, 1994.

GONÇALVES, J.R.S. A retórica da perda: os discursos do patrimônio cultural no Brasil, Rio de Janeiro, Ed. da UFRJ, 2ª ed., 2003.

GONDAR, J & DODEBEI, V. O que é memória social. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2005.

GOODY, Jack. (1961). Religion and Ritual: the definitional problem. In.The British jounal of sociology. (12-1).

____. (1977). Against ‘Ritual’: Loosely Structured Thoughts on a Loosely Defined Topic. Secular Ritual. S. Moore and B.Myerhoff. Assen, Van Gorcum.

____. (1977b) The domestication of the savage mind. Themes in the social sciences. Cambridge: Cambridge Univ. Press.

GRAEBER, D. “Painful Memories”. Journal of religion in Africa, v. 27: 1997.

HALBWACHS, M. A memória coletiva, Rio de Janeiro, Vértice, 1990.

HALL, Edward H. A dimensão oculta. 1989. Ed. Francisco Alves, Rio de Janeiro.

HOUSEMAN, Michael &SEVERI, Carlo. (1998). Naven or the other self. A relational approach to ritual action. Boston: Brill.

HUTTON, P. History as an art of memory. Hanover, University of Vermont, 1993.

HUYSSEN, A. Twilight memories: marking time in a culture of amnesia, New York, Routledge, 1995.

____. Seduzidos pela memória. Rio de Janeiro. Aeroplano Editora. 2004.

INGOLD, Tim The perception of the environment: essays in livelihood, dwelling and skill. 2000.Routledge, London.

JAKOBSON, Roman. (1963). Essais de Linguistique Générale. Paris, Minuit.

KOSELLECK, R. L´expérience de l´histoire, Paris, Gallimard, 1997.

____. Los estratos del tiempo: estudios sobre La historia. Barcelona: Ediciones Paidos. 2000

LAMBEK, M. Tense Past. London, NewYork: Routledge. 1996

LEGOFF, J. História e memória, Campinas, Ed. da Unicamp, 1992.

LURIA, A. R. The mind of a mnemonist: a little book about a vast memory, Cambridge, Harvard University Press, 1968.

MATSUDA, M. K. The memory of the modern, New York, Oxford, University Press, 1996.

MONOD-BECQUELIN, Aurore. & ERIKSON, Philippe. (2000) Les rituels du dialogue: promenades ethnolinguistiques en terres amerindiennes. Recherches Thématiques, 6. Nanterre: Société d’ethnologie.

POLLAK, M. L’éxperience concentrationnaire. Éditions Métaillé. Paris. 2000.

POMIAN, K. L´ordre du temps. Paris, Galimmard, 1984.

RAPPOPORT, Roy. (1979). “The obvious aspects of ritual”. Ecology, Meaning, and Religion. Berkeley, CA: North Atlantic.

REVEL, J. Jogos de Escalas. Rio de Janeiro: F. Getúlio Vargas 1998

RICOEUR, P. La mémoire, l´oubli, l´histoire, Paris, Ed. Du Seuil, 1997.

SANTOS, M. S. Memória e Teoria Social, Rio de Janeiro, FAPERJ/DPA, 2003.

SCANLAN, J. Memory: encounters with the strange and the familiar. Reaktion Books. London. 2013.

SELIGMAN-Silva, M. (org.), História, memória, literatura: o testemunho na era das catástofres, Campinas, Ed. da Unicamp, 2003.

SEVERI, Carlo. (1993) “Talking about souls: the pragmatic construction of meaning in Cuna ritual language”. In. BOYER, Pascal. Cognitive aspects of religious symbolism. NY: Cambridge University Press.

____. (2007). Le principe de la chimère : Une anthropologie de la mémoire. Aesthetica, Paris: ENS-MQB.

____. (2009). “L’univers des arts de la mémoire. Athropologie d’um artefact mental”. Annales HSS. Nº2, pp, 463-493.

TAMBIAH, Stanley. (1985). Culture, Thought, and Social Action. An Anthropological perspective. London: Havard University Press.

TERDIMAN, R. Present past: modernity and the memory crisis, Ithaca, Cornell University Press, 1993.

WEINREICH, H. Lete. Arte e crítica do esquecimento. Rio de Janeiro, Civ. Brasileira, 2001.

VERNANT, J.-P. Mito e Pensamento entre os Gregos , Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1990.

YATES, F, The art of memory, Penguin Books, 1966.

YATES, F. A arte clássica da memória. Campinas. Editora Unicamp. 2007.

Nome: ANTROPOLOGIA DA ARTE

Obrigatória: não

Créditos: 4

Ementa: Panorama do debate antropológico sobre arte, retomando uma perspectiva crítica sobre as abordagens do tema na história da disciplina: as perspectivas culturalista, funcionalista, estruturalista; a crítica realizada pela antropologia interpretativa à semiótica; a antropologia da performance; o estruturalismo figurativo-formal e os estudos do imaginário; a crítica pós-moderna; a sociologia da arte; a articulação contemporânea entre arte, agência e alteridade; a relação entre antropologia e imagem através da antropologia visual; as relações entre patrimônio cultural (material e imaterial) e antropologia

Bibliografia:

APPADURAI, Arjun. 1986. (Org). The Social Life Of Things: Commodities In Cultural Perspective. Cambridge, England: Cambridge University Press.

ASCH, Timothy; Marshall, John; Spier, Peter. 1973. Ethnographic filme: structure and function. Annual Review of Anthropology, 2:179-187.

AUSTIN, J.L. 1986 (1955). How to do things with words. Oxford: Oxford University Press

BARCELOS NETO, A. 2008. Apapaatai: Rituais De Máscaras No Alto Xingu. São Paulo: Edusp.

BARSAM, Richard. 1992. Non-fiction film: a critical history. Bloomington, Indiana University Press

BELTING, HANS. 1994. Likeness And Presence. Chicago: University Of Chicago Press.

BOAS, FRANZ. (1928) 1955. Primitive Art. New York, Dover publications.

BOURDIEU, Pierre. 1979. La distinction. Critique sociale du jugement . Paris: Minuit.

CAILLOIS, Roger. 1974. Approches de limaginaire. Paris, Editions Gallimard

CAIUBY NOVAES, Sylvia et alii (orgs). 2004. Escrituras da imagem. São Paulo, Edusp

CAIUBY NOVAES, Sylvia et alii (orgs). 2005a. O imaginario e o político nas Ciencias Sociais. Sªo Paulo, Edusc

COOTE, J. And A. Shelton (eds.).1992. Anthropology, Art and Aesthetics. Oxford, Clarendon presscosta

CRAWFORD, I.; Turton, D. 1992 (orgs). Film as Ethnography. Manchester, Manchester University Press.

DANTO, Arthur. 1981. The Transfiguration Of The Commonplace. Harvard Univ. Press.

DERRIDA, Jacques. 2002. Gramatologia. São Paulo: Perspectiva

DELEUZE, Gilles. 2005. A imagem-tempo. Cinema 2. Sªo Paulo, Brasiliense.

FELDMAN-BIANCO, Bela; Leite, Miriam M. 1998. Desafios da imagem. Fotografia, iconografia e vdeo nas CiŒncias Sociais. Campinas, Papirus.

FOSTER, Mary lecron. 1994. “Symbolism: The Foundation of Culture,” in Companion encyclopedia of anthropology. Edited by T. Ingold. London; New York: Routledge.

FOUCAULT, Michel. 1988. Isto Não É Um Cachimbo. Rio De Janeiro: Paz E Terra.

FREEDBERG, David. 1989. The Power Of Images: Studies In The History And Theory Of Response. Chicago: University Of Chicago Press.

GAMBONI, D. 1997. The Destruction of Art: Iconoclasm and Vandalism Since The French Revolution. London, Reaktion Books.

Geertz, Clifford. 1998. “A arte como um sistema cultural”. In O Saber Local: 142-181. Pertrópolis: Editora Vozes.

Gell, Alfred. 1998. Art and Agency. An Anthropological Theory. Oxford: Clarendon Press.

Gell, Alfred. 1993. Wrapping in Images. Tattooing in Polinesia.Oxford, Clarendon Press.

____.1999. The Art Of Anthropology. London: The Athlone Press.

Gow, 1999. “Piro designs: Painting as meaningful action in an amazonian lived world.”. In JRAI, vol.5. Pp.229-246.

Guss, David. 1989. To weave and sing. Art, symbol and narrative in the South American Rain Forest.

Hanks, W. F. 2000. Intertexts : Writings On Language, Utterance, And Context. Lanham, Md., Rowman & Littlefield.

Hockings, Paul. (org.) Principles of Visual Anthropology. New York, Mouton de Gruyter

Ingold, Tim. 2000. The perception of the environmen : essays on livelihood, dwelling and skill . London & New York: Routledge.

Jakobson, R. (Linguística, Poética E Cinema. São Paulo: Perspectiva.

____. (1976) Six Leçons Sur le Son et le Sens. Paris: Minuit.

____. (1979) O Que É A Poesia? In: Círculo Linguístico De Praga: Estruturalismo E Semiologia. Porto Alegre: Globo.

Lagrou, Els. 2007. A Fluidez da Forma. Arte, alteridade e agência em uma sociedade amazônica (Kaxinawa, Acre).

Latour, Bruno. Petite réflexin sur lê culte moderne des dieux faitiches.

MacDougall, David. 1998. Transcultural cinema. Editado por Lucien Taylor. Princenton, Princeton University Press

Marcus, George & Myers, Fred. The traffic in Culture. Refiguring art and anthropology. “The traffic in art and culture: an introduction”: 1-55.

MARTINS, J; ECKERT, C; NOVAES, S. (org.) O Imaginário e o Poético nas Ciências Sociais. Bauru, SP, EDUSC, 2005.

Miller, Daniel. 2005. Materiality. Durham, N.C.: Duke University Press.

Morphy, H. e Banks, M. (orgs.). Rethinking visual anthropology. New Haven, Yale University Press

Müller, Regina Polo. 1992. “Tayngava, a noção de representação na arte gráfica Asuriní do Xingu”, in Grafismo indígena :231-248. Vidal (ed.)

Monte-Mr, P. e Parente, J.I. (orgs.). 1994. Cinema e Antropologia: horizontes e caminhos da Antropologia Visual. Rio de Janeiro, Interior Produıes Ediıes. Pp. 9-29

Piault, Colette. 1996. Parole interdite, parole sous contrle…. In: Predal, Rene. Jean Rouch ou le cine-plaisir. CinemAction, 81:140-147

Pinney, Christopher. Beyond Aesthetics. Art and the Technologies of Enchantment. Oxford, New York: Berg. Pp. 157-179.

Price, Sally. 2000. Arte primitiva em centros civilizados. Ed. UFRJ.

Severi, Carlo. 2007. Le Principe De La Chimère: Une Anthropologie De La Mémoire. Paris: Aesthetica / Presses De l’école Normale Supérieure.

Taussig, Michael. 1993. Mimesis and Alterity. A Particular History of the Senses. New York/London: Routledge. Chapters 1 a 9. Pp. 1-128.

Thomas, Nicholas. 1991. Entangled Objects: Exchange, Material Culture, And Clonialism In The Pacific. Cambridge, Mass: Harvard University Press.

Turner, Victor. 1968. The Drums Of Affliction: A Study Of Religious Processes Among The Ndembu Of Zambia. Oxford: Clarendon Press.

Vernant, Jean-Pierre (1990). Figures, Idoles, Masques. Paris: Julliard.

Vidal, Lux Boelitz. 1992. “A pintura corporal e a arte gráfica entre os Kayapó-Xikrin do Cateté”. In Grafismo indígena. In Grafismo Indígena, Estudos de Antropologia Estética. São Paulo: Studio Nobel, Fapesp, Edusp. Pp. 143-189.

Xavier, I. (org.) 1993. A Experiencia do Cinema. Rio de Janeiro, Graal.

Nome: ANTROPOLOGIA URBANA

Obrigatória: não

Créditos: 4

Ementa: A cidade como objeto de investigação antropológica: lugar do vivido, da experiência e da memória, onde se forjam múltiplas identidades e se entrecruzam diferentes fluxos de pessoas e coisas; lugar de criatividade, conflitos e disputas. O que as etnografias expressam sobre o urbano; narrativas sobre a cidade.

Bibliografia:

Abu-Lughod, J. Changing Cities: Urban Sociology. Harpercollins College Div. 1991.

New York, Chicago, Los Angeles: America’s Global Cities. University of Minnesota Press. 2000.

AGIER, Michel. L´invention de la Ville. Banlieus, townships, invasions et favelas.Paris: EAC, 1999.

AGIER, Michel. Encontros etnográficos: interação, contexto, comparação. São Paulo: Ed.Unesp; Alagoas: EDUFAL, 2015.

AGIER, Michel. Antropologia da cidade: lugares, situações e movimentos. São Paulo: e. Terceiro Nome, 2011.

ARANTES, Antonio Augusto. Paisagens paulistas: transformações do espaço público. SP: Ed. UNICAMP, 2000.AUGÉ, Marc. Não Lugares: introdução a uma antropologia da supermodernidade. Campinas, SP: Papirus, 1994.

CAIAFA, Janice. Aventura das cidades: ensaios e etnografias. RJ: Ed. FGV, 2007)

CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Ed. 34: EDUSP, 2003.

CASTRO, Mary Garcia. Transidentidades no local globalizado. Não identidades, margens e fronteiras: vozes de mulheres latinas nos EUA. In Identidades: estudos de cultura e poder. São Paulo: Hucitec, 2000. (p.149-175)

DE CERTEAU. Michel. A invenção do cotidiano. RJ: Ed. Vozes, 2008.

FRUGÓLI JR. Heitor. O urbano em questão na antropologia: interfaces com a sociologia. Revista de antropologia, São Paulo, USP, 2005, V. 48 Nº 1.

GUSMÃO, Neusa Maria Mendes. Os filhos da África em Portugal: antropologia, multiculturalidade e educação. Belo Horizonte: Autentica, 2005.

HAESBART, Rogério. Viver no limite: território e multi/transterritorialidade em tempos de in-segurança e contenção. RJ: Bertrand Brasil, 2014.

HANNERZ, Ulf. Explorando a cidade. Em busca de uma antropología urbana. Petrópolis: Vozes, 2015.

LEFEBVRE, Henri. Espacio y política: El derecho a La ciudad II. Barcelona: Ediciones Península, 1976.

LIGIÉRO, Zéca (org.). Performance e antropologia de Richard Schechner. RJ: Mauad X, 2012.

LEFEBVRE, Henri. Prefácio. In: ____. A produção do espaço. Estudos Avançados, 27 (79), 2013, p. 123-132.

LOW, Setha. On the Plaza. The Politics of Public Space and Culture. Austin, University of Texas Press, 2000.

MAGNANI, J.C.C. Na Metrópole: textos de antropologia urbana. SP: EdUSP : FAPESP, 2000.

MASSEY, Doreen. Space, Place, and Gender. Minneapolis, University of Minnesota Press, 1994.

PARK, Robert Ezra. A cidade: sugestões para a investigação do comportamento humano no meio urbano. In: VELHO, Gilberto. O fenômeno urbano. RJ: Zahar Editores, 1967.

SIMMEL, G. A metrópole e a vida mental. In: O Fenômeno Urbano. RJ: Zahar Editores, 1967.

SCHILLER, Nina Glick; Çaglar, Ayse. Locating Migration: Rescaling Cities

and Migrants. Ithaca: Cornell University Press, 2011.

WHYTE, William Foote. Sociedade de Esquina: a estrutura social de uma área urbana pobre e degradada. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005

Nome: ANTROPOLOGIA DOS RITUAIS E DA PERFORMANCE

Créditos: 4

Obrigatória: não

Ementa: O estudo dos rituais em suas múltiplas dimensões: como forma simbólica de comunicação, como expressão metafórica das relações e tensões sociais, como espaço da teatralidade e da performance. A Performance como expressividade individual e coletiva da experiência, como síntese dialógica da relação entre estrutura e ação, como instância de constituição e de transformação.

Bibliografia:

AUSTIN, J. J. Quando dizer é fazer. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.

BATESON, Gregory. Naven. São Paulo: Edusp, 2008

DaMATTA, Roberto. Carnavais, Malandros e Heróis. Rio de Janeiro: Rocco, 1997.

DAWSEY, John. Turner, Benjamin e Antropologia da Performance: O lugar olhado (e ouvido) das coisas. Campos 7(2):17-25, 2006.

____. Sismologia da performance: ritual, drama e play na teoria antropológica, Revista de Antropologia, São Paulo, USP, 2007, v.50, nº2. (on-line)

DURAND, Gilbert. A Imaginação simbólica. São Paulo: Cultrix : EdUSP, 1988.

DURKHEIM, E. As formas elementares da vida religiosa. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

GEERTZ, Clifford Negara. O Estado Teatro do século XIX, Lisboa: DIFEL, s/d.

HUGHES-FREELAND, Felicia; CRAIN, Mary Markwell. Recasting Ritual: Performance, Media, Identity. Routledge, 1998.

LANGDON, Esther Jean. Performance e sua diversidade como paradigma analítico. In: Ilha, Revista de Antropologia, vol.8, nº 1 e 2, 2008.

LIGIÉRO, Zeca (org.), Performance e antropologia de Richard Schechner. Rio de Janeiro: Mauad X, 2012 (p.155-198).

MÜLLER, Regina Polo. Ritual, Schechner e performance. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 11, n. 24, p. 67-85, jul./dez. 2005

PEIRANO, Mariza (org.). O dito e o feito. Ensaios de antropologia dos rituais. Rio de Janeiro: Relume Dumará : NUAP/UFRJ, 2002.

SCHRITZMEYER, Ana Lúcia P. Jogo, ritual e teatro: um estudo antropológico do Tribunal do Júri. São Paulo: Terceiro Nome, 2012.

TAMBIAH, Stanley Jeyaraja. A performative approach to ritual. In: Culture, Thought and Social Action. Harvard Univ.P, 1985 (p.123-166).

____. Conflito etnonacionalista e violência coletiva no Sul da Ásia. RBCS, nº 34, vol.12, 1995.

____. Leveling Crowds: ethnonationalist conflicts and collective violence in South Asia. Los Angeles: University of California Press, 1996.

____. Os sentidos do espetáculo, Revista de Antropologia, São Paulo, USP, 2002, v.45, nº 1.

TURNER, Victor. Les tambours d´affliction. Analyse des rituals chez les Ndembu de Zamble. Paris: Éditions Gallimard, 1972.

____. O processo ritual. Petrópolis, RJ: Vozes, 1974.

____. Dramas, campos e metáforas. Rio de Janeiro: Ed.UFF, 2008.

____. Floresta de símbolos. Rio de Janeiro: EDUFF, 2005 (p.29-94

____. By means of performance. Intercultural studies of theatre and ritual. Cambridge University Press, 1990.

TURNER, Victor; BRUNER, Edward, (Eds), The Anthropology of experience. Urbana: University of Illinois Press, 1986.

VAN GENEPP, A. Os ritos de passagem. Petrópolis, RJ: Vozes, 1977.

VIVEIROS DE CASTRO, Maria Laura. O rito e o tempo: ensaios sobre o carnaval. RJ: Civilização Brasileira, 1999.

Linha de Pesquisa 2: Disciplinas de 4 Créditos (64h)

Nome: POLÍTICA E DIREITOS HUMANOS

Créditos: 4

Obrigatória: não

Ementa: Abordagens teóricas da Antropologia no estudo da Política. Perspectivas analíticas e etnográficas na interface com os Direitos Humanos. Problematização do fazer antropológico em contextos locais e transnacionais

Bibliografia:

AGUIAR, Marcus Pinto. Acesso à justiça nos sistemas internacionais de proteção de direitos humanos: primeira condenação do Brasil na Corte Interamericana de Direitos Humanos – caso Ximenes Lopes x Brasil. Rio de Janeiro: Ed Lumen Juris, 2014.

BALANDIER, Georges. Antropologia Política. São Paulo: EDUSP/Difusão Europeia do Livro, 1969.

BALANDIER, Georges. O Poder em cena. Brasília: UNB, 1980.

BARNES, J. A. 1987 – Redes sociais e processo político. In: FELDMAN-BIANCO, BARREIRA, C. Crimes por Encomendas: violência e pistolagem no cenário brasileiro. Rio de Janeiro: Relume /Dumará/NuAP, 1998.

BEZERRA, M.O. Corrupção: um estudo sobre o poder público e relações pessoais no Brasil. Rio de Janeiro: Relume/Dumará/NuAP, 1995.

BOBBIO, Norberto. A Era dos Direitos. 9 edição. Rio de Janeiro: Campus, 1992.

BOURDIEU, Pierre. Poder simbólico. Lisboa. Rio de Janeiro: DIFEL, Bertrand/ Brasil, 1989.

BOURDIEU, Pierre. Razões práticas. Sobre a teoria de ação. Campinas: Papirus, 1996

BOURDIEU, Pierre. A Força do Direito. Elementos para uma Sociologia do Campo Jurídico. In: O Poder Simbólico. RJ, Bertrand Brasil, 1989 (p. 209-235).

CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. O Trabalho do Antropólogo: olhar, ouvir. Escrever. Brasília/ São Paulo: Paralelo Quinze/Editora da Unesp, 2000.

COMPARATO, Fábio Konder. Rumo à justiça. São Paulo, Saraiva, 2010.

DAMATA, Roberto. Carnavais, Malandros e Heróis. Rio de Janeiro: Guanabara, 1990.

DOUGLAS, Mary. Como as instituições pensam. São Paulo: EDUSP, 1998.

DOUGLAS, Mary. As instituições lembram-se e se esquecem. Como as instituições pensam. São Paulo: EDUSP, 1998.

DUMONT, Louis. O individualismo. Uma perspectiva Antropológica a ideologia Moderna. Rio de Janeiro: Rocco, 1985.

ELIAS, Norbert. 1994. Introduction. A Theoretical Essay on Established and Outsider Relations. In: ELIAS, Norbert & John SCOTSON, 1994 [1965] The Established and the Outsiders. London: Sage. p. XV-LII.

EVANS- PRITCHARD, E & FORTES, M. Sistemas políticos Africanos. Lisboa: Calouste Gulbekian, 1981.

EVANS- PRITCHARD, E. Os Nuer: Uma descrição do modo de subsistência e das instituições políticas de um povo nilota. São Paulo: Perspectiva, 1978.

FELDMAN-BIANCO, Bela & RIBEIRO, Gustavo Lins (orgs). Antropologia e poder: contribuições de Eric Wolf. Brasília: EdUnB; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: Editora da Unicamp.

FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 2ª edição. Rio de Janeiro: Graal, 2003.

FERREIRA, Jaqueline. SCHUCH, Patrice (org.). Direitos e Ajuda Humanitária: perspectivas sobre família, gênero e saúde. Rio de Janeiro, Editora Fiocruz, 2010.

FLEISCHER, Soraia. SCHUCH, Patrice. FONSECA, Claudia (org). Antropólogos em ação: experimentos de pesquisa em direitos humanos. Porto Alegre, Editora da UFRGS, 2007.

FONSECA, Claudia et al. (Orgs.). Antropologia, Diversidade e Direitos Humanos: diálogos interdisciplinares. Porto Alegre, Editora da UFRGS, 2004.

____. Antropologia e direitos humanos 6 / organização Cláudia Fonseca … [et. al.] – 1. ed. – Rio de Janeiro : Mórula, 2016. 280 p.

____. e CARDARELLO, Andréa. Direitos dos Mais e Menos Humanos. In: Horizontes Antropológicos, POA, ano 5, nº 10, maio de 1999 (p.83-121).

GEERTZ, Clifford. Os Usos da Diversidade. In: Horizontes Antropológicos, POA, ano 5, nº 10, maio de 1999 (p. 13-34).

GEERTZ, Clifford. Negara: o estado-teatro no século XIX. Rio de Janeiro: Bertrand, Brasil, 1991.

GELLNER, Ernest. Antropologia e política: revoluções no bosque sagrado. Rio de janeiro, Jorge Zahar Ed. 1997.

GOLDMAN, Márcio. Como funciona a democracia: uma teoria etnográfica do poder da política. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2006.

GOODY, Jack. A lógica da escrita e a organização da sociedade. Lisboa: Edições 70, 1987.

LEACH, Edmund. Os Sistemas Políticos da Alta Birmânia. São Paulo: Edusp, 1996.

SAHLINS, Marshall. Homem pobre, Grande Homem, Chefe: Tipos políticos na Melanésia e Polinésia. In: Cultura na pratica. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ.

MALINOWSKI, B. Crime e Costume na Sociedade Selvagem. Brasília: Editora da UnB, 2003.

NADER, Laura. Num Espelho de Mulher: Cegueira Normativa e Questões de Direitos Humanos Não Resolvidas In: Horizontes Antropológicos, POA, ano 5, nº 10, maio de 1999 (p.61-82).

NOVAES, Regina. Direitos Humanos: temas e perspectivas. Rio de Janeiro: Mauad, 2001.

SANTOS, Boaventura de Souza. Por uma Concepção Multicultural de Direitos Humanos. Revista crítica de ciências sociais, nº48, junho de 1997.

____. Direitos Humanos, Democracia e Desenvolvimento/Boaventura de Sousa Santos, Marilena Chauí – São Paulo: Cortez, 2013.

SEGATO, Rita Laura. Antropologia e Direitos Humanos: Alteridade e ética no movimento de expansão dos direitos universais. Mama 12 (1), 207-236, 2006.

SILVA, Gláucia (org.). Antropologia Extra Muros: novas responsabilidades sociais e políticas dos antropólogos. Brasília: Paralelo 15, 2008.

SOUZA LIMA, Antonio Carlos de. (Org.). Antropologia e Direito: temas antropológicos para estudos jurídicos. Rio de Janeiro/Brasília. Contra Capa/LACED/ABA, 2012.

Schuch, Patrice. Antropologia do Direito: trajetória e desafios contemporâneos. BIB – Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, nº. 67, 2009.

Wilson, Richard A., ed. Introduction. In Human Rights, Culture and Context: Anthropological Perspectives. London and Sterling, Va.: Pluto Press, 1997.

VINCENT, Joan. 1990. Locality, Region, and State. Anthropology and Politics: Vision, Traditions, and Trends. Tucson: The University of Arizona Press. Pp. 283-306.

WEBER, Max. Política como vocação; Burocracia, O significado da disciplina. in: Ensaio da Sociologia. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1979.

WEBER, Max. 1983 – “Los tipos de dominación”; “Comunidades étnicas”; “Las comunidades políticas”; “Dominação patriarcal y patrimonial“. In: ___. Economía y sociedad. Mexico, Fondo de Cultura Económica, p.5-45; 170-204; 315-327; 661-694; 753-809

Nome: GÊNERO, ALTERIDADE(S) E FEMINISMOS

Créditos: 4

Obrigatória: não

Ementa: Abordagem conceitual e metodológica sobre produção e expressões de gênero. Reflexões em perspectivas feministas das relações sociais (e de poder) em interface com as intersecções e os marcadores sociais de gênero/sexo, sexualidade/orientação sexual, raça/etnia, idade/geração e classe, considerando os contextos locais e transnacionais

Bibliografia:

BAIRROS, Luíza. Nossos Feminismos Revisitados. Estudos Feministas, Florianópolis, ano 3, nº 2, 1995.

BRAH, Avtar. Diferenças, diversidade e diferenciação. In: Cadernos Pagu. Campinas, SP, v. 26, p. 329 – 376. 2006.

CARNEIRO, Sueli. Racismo, Sexismo e Desigualdade no Brasil. São Paulo, Selo Negro Edições, Coleção Consciência Negra em Debate, 2011.

____. Enegrecer o Feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de Gênero. Disponível em: http://www.geledes.org.br/em-debate/sueli-carneiro/17473- Acesso em: outubro de 2015.

COLLINS, Patrícia Hill. Race, Class and Gender: An Anthology. ISBN 0-534-52879-1, co-edited w/ Margaret Andersen, 1992, 1995, 1998, 2001, 2004, 2007, 2010.

DAVIS, Ângela. Mulher, Raça e Classe. Tradução Livre, Plataforma Gueto, 2013.

GIACOMINI, S. Ser escrava no Brasil. Estudos Afro-Asiáticos, v. 15, p. 145-170, 1988.

GOMES, Nilma Lino. A mulher negra que vi de perto – o processo de construção da identidade racial de professoras negras. 2a. ed. Belo Horizonte: Mazza, 1995. v. 1. 128p.

____. Sem perder a raiz. Corpo e cabelo como símbolos da identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. 416p.

____. SILVA, Michele Lopes da. A diferença entre os diferentes: mulheres negras em movimento. In: SOARES, L.; SILVA, I.O. (Org.). Sujeitos da educação e processos de sociabilidade: os sentidos da experiência. 1ed.Belo Horizonte: Autêntica, 2009, p. 125-149.

GONÇALVES, Ana Maria. Um defeito de cor. Rio de Janeiro. Record, 2014.

GONZALEZ, Lélia. A mulher negra na sociedade brasileira. In: LUZ, Madel, T., org. O lugar da mulher; estudos sobre a condição feminina na sociedade atual. Rio de Janeiro, Graal, 1982. 146p. p. 87-106. (Coleção Tendências, 1.).

____. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: SILVA, Luiz Antônio Machado et alii. Movimentos sociais urbanos, minorias étnicas e outros estudos. Brasília, ANPOCS, 1983. 303p. p. 223-44. (Ciências Sociais Hoje, 2.).

____. O terror nosso de cada dia. Raça e Classe. (2): 8, ago/set 1987.

____. As amefricanas do Brasil e sua militância. Maioria Falante. (7): 5, maio/jun. 1988.

HOOKS, Bell. Intelectuais Negras. Estudos Feministas, ano 3, 1995. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/viewFile/16465/15035. Acesso em: outubro de 2015.

____. Alisando o nosso cabelo. Revista Gazeta de Cuba – Unión de escritores y Artista de Cuba, janeiro-fevereiro de 2005. Tradução do espanhol: Lia Maria dos Santos. Retirado do blog coletivomarias.blogspot.com/…/alisando-o-nossocabelo.html Acesso em: outubro de 2015.

SILVA, Cidinha da. Oh,margem! Reinventa os rios!.São Paulo: Selo Povo, 2011.

____. Racismo no Brasil e afetos correlatos. Conversê Edições, 2013.

JESUS, Jaqueline Gomes de. Orientação sobre identidade de gênero: conceitos e termos. Guia técnico sobre pessoas transexuais, travestis e demais transgêneros, para formadores de opinião. Brasília: Autor, 2012.

LANDES, R. A cidade das mulheres. Trad. Maria Lúcia do Eirado Silva. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.

MADEIRA, Maria Zelma de Araújo. A maternidade simbólica na religião afro-brasileira: aspectos socioculturais da mãe-de-santo na umbanda em Fortaleza/Ceará. Fortaleza: Programa de Pós-Graduação em Sociologia/UFC. Tese de doutorado, 2009.

MOREIRA, Núbia Regina. A organização das feministas negras no Brasil. Vitória da Conquista: Ed. UESB, 2011.

MOUTINHO, L. Razão, “cor” e desejo: uma análise comparativa sobre relacionamentos afetivo-sexuais “inter-raciais” no Brasil e na África do Sul. São Paulo: UNESP, 2004.

NASCIMENTO, Maria Beatriz. O quilombo do Jabaquara. Revista de Cultura

Vozes (maio-junho), 1978.

NASCIMENTO, Elisa Larkin (Org.). Afrocentricidade: uma abordagem epistemológica inovadora. São Paulo: Selo Negro, 2009.

PACHECO, Ana Claudia Lemos. Mulher Negra: afetividade e solidão. 1. ed. SALVADOR: EDUFBA, 2013. v. 1. 381p.

PELÚCIO, Larissa. Marcadores sociais da diferença nas experiências travestis de enfrentamento à AIDS. Saúde e Sociedade. São Paulo, v. 20, n. 1, p. 76 – 85, 2011.

PEREIRA, Amauri Mendes. Trajetória e Perspectivas do Movimento Negro Brasileiro. Rio de janeiro, Nandyala, 2008.

PEREIRA, Edilene machado & RODRIGUES, Vera. O Amor não tem Cor?! Gênero e Raça/Cor na Seletividade Afetiva de Homens e Mulheres Negros (as) na Bahia e no Rio Grande do Sul. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) – ABPN, v. 1, p. 157-181, 2010.

PELÚCIO, Larissa. Marcadores sociais da diferença nas experiências travestis de enfrentamento à AIDS. Saúde e Sociedade. São Paulo, v. 20, n. 1, p. 76 – 85, 2011.

PISCITELLI, Adriana. Interseccionalidade, categorias de articulação e experiência de migrantes brasileiras. In: Sociedade e Cultura. vol. 11, no. 2, Jul/Dez, 2008, p. 263 – 274.

RICH, Adrienne. Heterossexualidade compulsória e existência lésbica. In: Revista Bagoas. N. 5, 2010, p. 17 – 44.

RIBEIRO, Matilde. Mulheres Negras: uma trajetória de criatividade, determinação e organização. Estudos Feministas, Florianópolis, 16(3): 424, setembro-dezembro/2008.

RODRIGUES, Rita de Cássia Colaço. O movimento homossexual e sua luta simbólica no Brasil: uma visão panorâmica. In: MOREIRA, Adailson, BEZERRA, Carlos Eduardo, SILVA, Telma Maciel da. Arco-íris revisitado: diversidade sexual em pauta. Porto Alegre: Escândalo, 2012.

ROMIO, Jackeline Aparecida Ferreira. A vitimização de mulheres por agressão física, segundo raça/cor no Brasil. In: Dossiê mulheres negras: retrato das condições de vida das mulheres negras no Brasil / organizadoras: Mariana Mazzini Marcondes… [et al.].- Brasília: Ipea, 2013.160p.

SANTOS, Gislene Aparecida dos. Mulher Negra, Homem Branco. São Paulo: Pallas, 2004.

SANTOS, Boaventura de Sousa & CHAUÍ, Marilena. Direitos Humanos, democracia e desenvolvimento. São Paulo: Cortez, 2013.

SANTOS, Boaventura de Sousa. Se Deus fosse um ativista dos direitos humanos. São Paulo: Cortez, 2014.

SILVA, Joselina da & PEREIRA, Amauri Mendes (Org.). O Movimento de Mulheres Negras: escritos sobre os sentidos de democracia e justiça social no Brasil. Belo Horizonte: Nandyala, 2014. 224p.

SUÁREZ, Mireya. Desconstrução das Categorias “Mulher” e “Negro”. Brasília, Série Antropologia, nº 133, 1992. Disponível em: http://www.dan.unb.br/images/doc/Serie133empdf.pdf

THERBORN, Göran. Os campos de extermínio da desigualdade. Trad. Fernando Rugitsky. In: Novos Estudos, 87. Julho/2010

Nome: RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E MOVIMENTOS SOCIAIS

Créditos: 4

Obrigatória: não

Ementa: Debate teórico e político que envolve as organizações do movimento negro em contextos diaspóricos. Interrelações temáticas entre “Raça” cidadania, lutas sociais, direitos humanos e justiça. Processo histórico e cultural nas relações étnico-raciais no nordeste brasileiro. O caso cearense e a invisibilidade negra. A Bahia e afrobrasilidade.

Bibliografia:

ALBERTI, Verena & PEREIRA, Amilcar Araújo. Histórias do movimento negro no Brasil: depoimentos ao CPDOC. São Paulo: Fundacao Getulio Vargas/Pallas, 2007.

BEZERRA, Débora Andrade P. No Ceará tem Negros e Negras, sim. Revista da ABPN. V. 2, n. 5. Jul.- Out. 2011, p. 75-98.

CARDOSO, Marcos. O Movimento Negro. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2002.

D ́ADESKY, Jacques. Pluralismo étnico e multiculturalismo: racismos e anti-racismos no Brasil. Rio de Janeiro: Pallas, 2001.

HANCHARD, Michael George. Orfeu eo poder: o movimento negro no Rio de Janeiro e São Paulo (1945-1988). Eduerj, 2001.

HOFBAUER, Andreas. Uma história de branqueamento ou o negro em questão. São Paulo: Edunesp, 2006.

NASCIMENTO, Abdias; NASCIMENTO, Elisa Larkin. Reflexões sobre o movimento negro no Brasil, 1938-1997. GUIMARÃES, AS; HUNTLEY, L.(orgs.), 2000.

FERNANDES, F. Significado do protesto negro. São Paulo, Cortez, 1989.

FONSECA, Dagoberto. Políticas Públicas e Ações Afirmativas. São Paulo, Selo Negro Edições, Coleção Consciência Negra em Debate, 2011.

FREYRE, G. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal. Rio de Janeiro: José Olympio,1973.

DOMINGUES, Petrônio. Movimento Negro: alguns apontamentos históricos. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tem/v12n23/v12n23a07

GOHN, Maria Glória (org.). Movimentos Sociais no início do século XXI: antigos e novos atores sociais. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 2004.

HOLANDA, Cristina Rodrigues (Org.). Negros no Ceará: história, memória e etnicidade. Fortaleza, Museu do Ceará/Secult/Imopec, 2009.

LANDES, Ruth. A Cidade das Mulheres. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2002.

MILES, Tshombe L. A Luta Contra a Escravatura e o Racismo no Ceará; Tradução: Denise Costa, Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2011.

MINTZ, Sidney W. e PRICE, Richard. O nascimento da cultura afro-americana. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Pallas: Universidade Cândido Mendes, 2003.

MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. São Paulo: FFLCH/USP, 1997 (Tese de livre-docência).

NOGUEIRA, Oracy (1998). Preconceito de Marca: as relações raciais em Itapetininga. São Paulo, EDUSP.

POUTIGNAT, Philippe e STREIFF-FENART (Orgs.), Teorias da Etnicidade. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1998.

PIERSON, D. Brancos e Pretos na Bahia: estudo de contato racial. São Paulo: Cia Editora Nacional, 1945.

RATTS, Alex. Fronteiras Invisíveis: territórios negros e indígenas no Ceará. Dissertação de Mestrado e Geografia São Paulo: FFLCH-USP, 1996

SANTOS, Edmar F. Memória e História Afro-Brasileira: Experiências Preservadas, Recriadas e Contadas pelo Povo-de-Santo na Bahia. In: SOUZA, Elizeu Clementino de (org.). Memória, Auto(biografia) e Diversidade: questões de método e trabalho docente. Salvador: EDUFBA, 2011.

SANTOS, Boaventura de Souza. Pela Mão de Alice: o Social e o Político na Pós-Modernidade. SP: Cortez

SANTOS, Ivair Augusto Alves. O Movimento Negro e o Estado (1983-1987): o caso do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra no Governo de São Paulo. Sâo Paulo: prefeitura Municipal, 2001

SOVIK, Liv. Aqui Ninguém é Branco. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2009

Nome: POVOS TRADICIONAIS, TERRITÓRIO E ESTADOS

Créditos: 4

Obrigatória: não

Ementa: Debates teóricos e políticos, acerca da emergência de territórios étnicos e/ou tradicionais no Brasil, nominados como Quilombos e territórios indígenas, com ênfase para o Nordeste do Brasil e Ceará. Marcadores étnicos e contato interétnico. Processos de formação de Estado no contato com populações etnicamente diferenciadas, no Brasil e em contextos africanos.

Bibliografia:

ALEGRE, M. Sylvia Porto. Cultura e História: sobre o desaparecimento dos povos indígenas. Revista de Ciências Sociais (Fortaleza), v. 23/24, p. 82-98, 1993.

ANJOS, Rafael Sanzio Araújo dos. Quilombos: geografia africana, cartografia étnica, territórios tradicionais. Brasília: Mapas Editora & Consultoria, 2009.

ARRUTI, José Mauricio. 2008. Quilombos. In: Raça – Novas Perspectivas Antropológicas, edited by Osmundo Pinho; Lívio Sansone. e ed 1. Vol. 1. Salvador: EDUFBA.

ARRUTI, José Mauricio. A emergência dos remanescentes: notas para o diálogo entre indígenas e quilombolas. Mana (Rio de Janeiro), v.3, 7-38, 1997.

ARRUTI, José Maurício. Mocambo: antropologia e história no processo de formação quilombola. Bauru: Edusc, 2006. 370pp.

BALIBAR, Etienne & WALLERSTEIN, Immanuel. 1991. Race, Nation, Class. Ambiguous Identities. London, Verso. Parte II, Cap. 4 e 5.

BARRETTO FILHO, Henyo Trindade. Tapebas, Tapebanos e pernas-de-pau de Caucaia, Ceará: da etnogênese como processo social e luta simbólica. Serie Antropologia. Brasília: UNB, 1994.

BARTH, Fredrik. Los grupos étnicos y sus fronteiras, la organización social de las diferenças culturales. México, Fundo de Cultura Economica, 1969.

BARTH, Fredrik. Balinese worlds. Chicago, The University of Chicago Press, pp. 337-354 (Opcional: pp. 3-25), 1993.

BARTH, Fredrik. O guru, o iniciador e outras variações antropológicas. Rio de janeiro, Contra capa Livraria, 2000.

BENSA, Alban. Etnografia e globalização: os kanak da Nova Caledônia. In Saberes locais, experiências transnacionais: interfaces do fazer antropológico. Fortaleza: ABA Publicações, 2014.

CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. Antropologia do Brasil – mito, história, etnicidade. São Paulo: Editora Brasiliense, 1987, 2ª edição (1ª edição 1986).

____. Manuela (org.) História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municipal de Cultura/Fapesp, 1992.

Boaventura. Os Quilombos no Brasil: Questões Conceituais e Normativas. Florianópolis, NUER/UFSC Etnográfica, Vol. IV (2), 2000, pp. 333-354

ELIAS, Norbert. 2006[1972] Processos de formação do Estado e construção da Nação. Escritos & ensaios 1: Estado, processo, opinião pública. (Org. F.Neiburg e L.Waizbort), Rio de Janeiro: Jorge Zahar Eds.

LIMA, Antônio Carlos de Souza. Um grande cerco de paz: poder tutelar, indianidade e formação do estado no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1995.

FERGUSON, James. 1999. Putting Social Change in its Place: Anthropology’s Cooperbelt and the Limits of Liberalism. Expectations of modernity: myths and meanings of urban life on the Zambian Copperbelt. Berkeley: University of California Press. Pp. 24-37 (Notas: 272-274).

FOUCAULT, Michel. 1979 – A govenamentalidade. In: FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro, Graal, pp.277-293.

MAMDANI, Mahmood. 2001. Beyond Settler and Native as Political Identities: Overcoming the Political Legacy of Colonialism. Comparative Studies in Society and History 43(4): 651–64.

MAUSS, Marcel. 1969. La Nation. In: Oeuvres, v.3. Paris, Minuit.

MUNANGA, Kabengele. Para entender o negro no Brasil de hoje: história, realidades, problemas e caminhos. MUNANGA, Kabengele, GOMES, Nilma Lino. São Paulo. Global: Ação Educativa, Assessoria, Pesquisa e Informação. (Coleção Viver, Aprender), 2004.

MURA, Claudia. Todo mistério tem dono?: ritual, política e tradição de conhecimento entre os Pankararu. 2012. Tese (Doutorado em Antropologia Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro.

NGOENHA, Severino. 1999. Os missionários suíços frente ao nacionalismo moçambicano. Entre a tsonagnidade e moçambicanidade. Lusotopie, p. 425-436.

OLIVEIRA, João Pacheco, Uma etnologia dos ‘índios misturados’? Situação colonial, territorialização e fluxos culturais. Revista Mana – estudos de Antropologia Social. Rio de Janeiro, nº 1, abril, vol.4, 1998.

OLIVEIRA, João Pacheco (org). A presença indígena no Nordeste: processos de territorialização, modos de reconhecimento e regimes de memória. Rio de Janeiro, Contra Capa, 2011.

OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. Identidade, etnia e estrutura social. São Paulo: Pioneira, 1976.

______. Caminhos da identidade: ensaios sobre etnicidade e multiculturalismo. São Paulo/ Brasília: Unesp/ Paralelo 15. 2006.

PALITOT, Estêvão Martins (Org.). Na Mata do Sabiá: contribuições sobre a presença indígena no Ceará. Fortaleza: Museu do Ceará/Secult (Coleção Outras Histórias, vol.63), 2009.

RATTS, Alex. Traços étnicos: espacialidades e culturas negras e indígenas. Fortaleza: Museu do Ceará: Secult, 2009.

RENAN, Ernest. 1990. What is a Nation? In: Bhabha, H.K. (ed.) Nation and Narration. London, Routledge.

ROLNIK, Raquel. Territórios Negros nas Cidades Brasileiras: etnicidade, e cidade em São Paulo e Rio de Janeiro. In: SANTOS, Renato Emerson dos (Org.). Diversidade, espaço e relações étnicoraciais: o negro na geografia do Brasil. Belo Horizonte, Autêntica, 2007, p. 75-90.

Prêmio ABA/MDA Territórios Quilombolas/Associação Brasileira de Antropologia. Organizador – Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário, Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural, 2006.

SCOTT, James C. Seeing like a state. How certain schemes to improve the human condition have failed. New Havwen and London: Yale University Press.

SILVA, Isabelle Braz P. da. Vilas de índios no Ceará Grande: dinâmicas locais sob o Diretório Pombalino. Campinas: Pontes editores, 2006.

SILVA, Isabelle Braz Peixoto da et alli (Org.) Direitos Humanos e a questão indígena no Ceará. Fortaleza: Imprensa Universitária, 2009.

SOUZA LIMA, Antonio Carlos de. 2005. Os relatórios antropológicos de identificação de terras indígenas da Fundação Nacional do Índio: notas para o estudo da relação entre antropologia e indigenismo no Brasil, 1968–1985. In: Antonio Carlos de Souza Lima & Henyo Trindade Barreto Filho (orgs). Antropologia e identificação: os antropólogos e a definição de terras no Brasil, 1977–2002. Rio de Janeiro: ContraCapa/FAPERJ/CNPq/LACED/IIEB. pp. 75-118.

SOUZA LIMA, Antonio Carlos de. 2012. Dossiê Fazendo Estado – O Estudo das ações governamentais como parte dos processos de formação estatal. Revista de Antropologia, 55(2):559-564

TROUILLOT, Michel-Rolph. 1995. Silencing the Past: Power and the Production of History. Boston: Beacon Press.

TILLY, Charles. 1975 The formation of National States in Western Europe. Princeton, Princeton University Press.

Nome: CONHECIMENTO, PODER E EPISTEMOLOGIAS DO SUL

Créditos: 4

Obrigatória: não

Ementa: Aspectos da violência colonial, sobretudo em suas dimensões epistêmicas e cognitivas. Referência analítica às propostas teórico-metodológicas sinalizadas pelos estudos sobre decolonialidade e as premissas de Boaventura de Sousa Santos acerca das Epistemologias do Sul. Diálogos com o monologismo eurocentrado em prol da compreensão das múltiplas raízes da desigualdade.

Bibliografia:

ABÈLÉS, Marc. 2008. “Michel Foucault, l’anthropologia e la question du pouvoir”, L’Homme, Paris, CNRS, n. 187-188, juil-déc, p. 105-122.

AMIN, Samir. El Eurocentrismo: crítica de una ideologia. México: Siglo

APPIAH, K. Anthony Appiah & GUTMANN, Amy. Color Conscious: The Political Morality of Race. ED. Princeton University, 1998.

ASAD, Talal. 1973 Anthropology and the colonial encounter. New York: Humanities Press.

ASAD, Talal Afterword: From the history of colonial anthropology to the Anthropology of Western Hegemony. In Colonial Situations: Essays on the contextualization of ethnographic knowledge. G. W. BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1998.

CANCLINI, Néstor Garcia. Diferentes, desiguais e desconectados: mapas da interculturalidade. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2009.

COMAROFF, Jean e COMAROFF, John. Naturalizando a nação: estrangeiros, apocalipse e o Estado pós- colonial. Horizontes Antropológicos, vol. 7, n. 15, 2001.

DUSSEL, Enrique. 1492 – O encobrimento do Outro – A origem do mito da modernidade. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 1993.

FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas / Frantz Fanon ; tradução de Renato da Silveira . Salvador: EDUFBA, 2008.

FOUCAULT, Michel. 2010. Ciência e saber. In: ____.Arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, pp. 201-222.

GILROY, Paul. True Humanism? Civilisationism, Securitocracy and Racial Resignation. Disponível em: http://jwtc.org.za/resources/docs/Salon-1-pdfs/Gilroy_TrueHumanism_.pdf. Acesso em: 27 fev. 2015.

GOMES, Nilma Lino. Relações Étnico-Raciais, Educação e Descolonização dos Currículos. Currículo sem Fronteiras, v. 12, n.1, p. 98-109, 2012. GOODY, Jack. 2008. O roubo da história. Como os europeus se apropriaram das idéias e invenções do Oriente. São Paulo: Contexto. (Terceira parte).

GROSFOGUEL, Ramón. Para descolonizar os estudos de economia política e os estudos pós-coloniais: Transmodernidade, pensamento de fronteira e colonialidade global. Revista Crítica de Ciências Sociais, 80, Março 2008: 115-147

FABIAN, Johannes 1983. Time and the Other. How Anthropology Makes its Object. New York: Columbia University Press. Cap. 3, “Time and Writing about the Other”, pp. 71-104, notas pp. 175-178

JABARDO, Mercedes. (org). Feminismos Negros: una antología. Madrid: Proyecto Editorial Traficantes de Sueños, 27-56, 2012.

MARTINS, Catarina.“La Noire de…” tem nome e tem voz. A narrativa de mulheres africanas anglófonas e francófonas para lá da Mãe África, dos nacionalismos anti-coloniais e de outras ocupações.”, E-Cadernos CES Outras Áfricas – heterogeneidades, (des)continuidades, expressões locais, 12/2011, 119-144.

MENESES, Maria Paula. Epistemologias do Sul, Revista Crítica de Ciências Sociais, 80 | 2008, 5-10.

MIGNOLO, Walter. Desobediência Epistémica: Retórica de la modernidad, lógica de la colonialidad y gramática de la descolonialidad. Buenos Aires – Argentina: Ediciones Del Signo, 2010.

MBEMBE, Achile. As formas Africanas de Auto-Inscrição. Estudos Afro-Asiáticos, ano 23, no. 1, 2001, pp 171-209

MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: Identidade Nacional versus Identidade Negra. Belo Horizonte: Autentica, 2004.

NADER, L. 1972 – Up the anthropologist: perspectives gained from studying up. In: HYMES, D., ed. – Reinventing anthropology. New Yok, Random House.

PACHECO DE OLIVEIRA, João. 2004 – Pluralizando tradições etnográficas: sobre um certo mal-estar na antropologia. In: LANGDON, Esther Jean & GARNELO, Luiza (org). Saúde dos povos indígenas: reflexões sobre uma antropologia participativa. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, pp. 32.

SAID, Edward W. Orientalismo – O Oriente como invenção do Ocidente. 1a edição. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 1996.

SAID, Edward W. 2003 – A representação do colonizado. Os interlocutores da Antropologia. In: Reflexões sobre o exílio e outros ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, p.114-136.

SANTOS, Boaventura de Sousa Santos; MENESES, Maria Paula (org). Epistemologias do Sul. Coimbra-Portugal: Edições Almedina, 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa. Descolonizar el saber, reiventar el poder. Montevidéo, Uruguay. Ed. Trilce, 2010.

____. Para uma sociologia das ausências e uma sociologia das emergências. Revista Crítica de Ciências Sociais, v. 63, p. 237-280, 2002.

____. A gramática do tempo: para uma nova cultura política. São Paulo: Cortez, 2006.

____. Os modos de produção do poder, do direito e do senso comum. In. A Crítica da Razão Indolente: Contra o Desperdício da Experiência. Porto: Afrontamento, 2000.

____. Crítica da Razão Indolente: Contra o desperdício da experiência. Volume 1. São Paulo, Cortês, 2002

____. Se Deus fosse um ativista dos direitos humanos. São Paulo, Cortez, 2003.

____. Para além do Pensamento Abissal: Das linhas globais a uma ecologia de saberes. In: Revista Crítica de Ciências Sociais, 78, 2007: 3-46

SPIVAK, Gayatri Chakravorty. (2010). Pode o Subalterno Falar? Belo Horizonte: Editora UFMG.

Nome: ESTADOS-NACIONAIS E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

Créditos: 4

Obrigatória: não

Ementa: Debate sobre os conceitos de Estado e Nação a partir de uma chave de leitura antropológica. Articulação para diferentes enquadramentos teóricos sobre os processos de formação de Estado e desdobramentos para a cooperação internacional. Reflexão sobre os modelos de atuação de coletivos estatais, nacionais e coloniais. Rupturas e continuidades dos processos de centralização de poder em diferentes contextos mundiais

Bibliografia:

ABRAMS, P. 1988 – Notes on the difficulty of studying the state, Journal of Historical Sociology, 1(1)58-89.

ANDERSON, Benedict. 1983. Imagined Communities. London, Verso. Introdução.

ASAD, Talal. 1973. (ed.). Anthropology & the colonial encounter. New York: Humanities Press.

BALIBAR, Etienne & WALLERSTEIN, Immanuel. 1991. Race, Nation, Class. Ambiguous Identities. London, Verso. Parte II, Cap. 4 e 5.

BARNES, J.A. 1968. Networks and political process. In: Swartz, M. et alii. eds. Local level politics. Chicago, Aldine, 107-130.

BARROSO, Maria Macedo. 2015. Lógicas de espacialização missionária e agendas da cooperação internacional: uma perspectiva multissituada a partir de ações junto aos povos indígenas. Religião e Sociedade, 35(2): 189-212, 2015

BARTH, Fredrik. 1993 Balinese worlds. Chicago, The University of Chicago Press, pp. 337-354 (Opcional: pp. 3-25).

BOURDIEU, Pierre. 1994 – Esprits d’État. Genése et structure du champ bureaucratique. In ____. Raisons pratiques. Sur la théorie de l’action. Paris, Seuil, pp.99-146.

CESARINO. Leticia. 2014. Antropologia multissituada e a questão da escala: reflexões com base no estudo da cooperação sul-sul brasileira. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 20, n. 41, p. 19-50.

COMAROFF, Jean and John. 2003. Ethnography on an awkward scale: Postcolonial anthropology and the violence of Abstraction. Ethnography 4(2): 147-179.

COOPER, Frederick e PACKARD, Randall. (ed). 1997. International development and the social sciences. Berkeley: University of California Press. p.vii-ix e 1-4

DA MATTA, Roberto. 1979. Carnavais, malandros e heróis. Para uma sociologia do dilema brasileiro. Rio de Janeiro, Zahar Editores.

DURKHEIM, Emille. 1983 – Lições de sociologia. São Paulo, T. A. Queiroz/EdUsP, pp. 39-98.

ELIAS, Norbert. 2006[1972] Processos de formação do Estado e construção da Nação Escritos & ensaios 1: Estado, processo, opinião pública. (Org. F.Neiburg e L.Waizbort), Rio de Janeiro: Jorge Zahar Eds.

FERGUSON, James. 1999. Putting Social Change in its Place: Anthropology’s Cooperbelt and the Limits of Liberalism. Expectations of modernity: myths and meanings of urban life on the Zambian Copperbelt. Berkeley: University of California Press. Pp. 24-37 (Notas: 272-274).

FOUCAULT, Michel. 1979 – A govenamentalidade. In: FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro, Graal, pp.277-293.

HURBON Laënnec. 1987. Comprendre Haïti: essai sur l’Etat, la nature, la culture. Paris, Karthala.

MAMDANI, Mahmood. 2001. Beyond Settler and Native as Political Identities: Overcoming the Political Legacy of Colonialism. Comparative Studies in Society and History 43(4): 651–64.

MAUSS, Marcel. 1969. “La Nation”. In: Oeuvres, v.3. Paris, Minuit.

NGOENHA, Severino . 1999. Os missionários suíços frente ao nacionalismo moçambicano. Entre a tsonagnidade e moçambicanidade. Lusotopie, p. 425-436.

NZONGOLA-NTALAJA, G. 2007. The Politics of Citizenship in the Democratic Republic of Congo. In: Making Nations, Creating Strangers: States and Citizenship in Africa, edited by Sarah Rich Dorman et al, 69-80.

RENAN, Ernest. 1990. What is a Nation? In: Bhabha, H.K. (ed.) Nation and Narration. London, Routledge.

SCOTT, James C. Seeing like a state. How certain schemes to improve the human condition have failed. New Havwen and London: Yale University Press.

SOUZA LIMA, Antonio Carlos de. 2012. Dossiê Fazendo Estado – O Estudo das ações governamentais como parte dos processos de formação estatal”. Revista de Antropologia, 55(2):559-564

STOLER, Ann Laura & Cooper, Frederick, Eds. (1998). Tensions of Empire: colonial cultures in a bourgeois world. Berkeley, University of California Press.

TAUSSIG, Michael. 1987. Shamanism, colonialism, and the wild man. Chigago: University of Chicago Press.

TROUILLOT, Michel-Rolph. 1995. Silencing the Past: Power and the Production of History. Boston: Beacon Press.

TILLY, Charles. 1975 The formation of National States in Western Europe. Princeton, Princeton University Press